Introdução

Você dá conta de tudo? Pelo menos é isso que parece. O trabalho anda, as responsabilidades são cumpridas, a rotina segue. Mas existe um cansaço que não passa. Uma sensação de estar sempre em falta, como se nada fosse suficiente. A mente não desliga. O descanso não chega. E, mesmo quando tudo está “sob controle”, algo insiste. Muitas vezes, não é falta de organização, nem de disciplina. É outra coisa, mais silenciosa, mais difícil de nomear. Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta para isso. Para o que não se resolve com produtividade, planejamento ou autocobrança. Não se trata de dar respostas prontas, mas de possibilitar que você escute algo do seu próprio desejo, para além das exigências que te atravessam. Atendo pessoas que vivem sob pressão constante, com dificuldade de se desligar do trabalho, lidando com ansiedade, excesso de autoexigência e uma sensação persistente de insuficiência. Se algo disso te toca, você pode me escrever. Podemos começar por uma conversa.

domingo, 14 de junho de 2026

O que se passa entre a fala e a escuta

Os pacientes chegam trazendo aquilo que, muitas vezes, não conseguiu encontrar lugar em outro espaço. Chegam com histórias que já foram contadas de muitas formas, com tentativas de explicação, com versões que mudaram ao longo do tempo, e também com aquilo que nunca chegou a ser dito. O que aparece na clínica não é apenas o que aconteceu, mas a forma como cada um conseguiu, ou não conseguiu, se relacionar com o que aconteceu.

Eles trazem sofrimento, mas não apenas sofrimento. Trazem também formas de se proteger dele, de contorná-lo, de torná-lo suportável. Trazem repetições que parecem sem sentido à primeira vista, mas que carregam uma lógica própria, mesmo que ainda não conhecida por quem fala. Trazem perguntas que às vezes não são formuladas como perguntas, mas como impasses de vida: por que sempre isso? por que de novo? por que comigo?

Ao mesmo tempo, os pacientes levam algo da clínica. Não necessariamente respostas prontas, nem soluções fechadas, mas deslocamentos. Levam consigo uma outra possibilidade de escuta de si mesmos, uma pausa entre o impulso e a ação, uma fissura na certeza do próprio modo de funcionar. Muitas vezes levam também uma nova forma de se relacionar com a própria história, menos como destino, mais como algo que pode ser lido de outras maneiras.

Mas talvez o mais importante não seja o que eles “levam” em termos de conteúdo. É o que se transforma na posição subjetiva: uma pequena mudança na forma de se colocar diante do próprio desejo, do outro, do sofrimento. Algo que não se impõe de fora, mas que se insinua aos poucos, nas brechas da fala.

E, nesse processo, o analista também não permanece o mesmo.

A cada encontro, algo do que o paciente traz toca, desloca, interroga. Não no sentido de uma identificação direta, mas no sentido de um trabalho silencioso que acontece na escuta. O analista aprende a sustentar o não saber, a não se apressar em concluir, a reconhecer a complexidade do que se repete. Aprende também a lidar com o próprio limite, aquilo que não se interpreta completamente, aquilo que escapa.

Talvez seja isso que a clínica ensina de forma mais insistente: que não há posição neutra de quem escuta. Há sempre um efeito de transformação, mesmo quando nada parece acontecer de imediato.

Os pacientes ensinam, sobretudo, que a fala nunca é só comunicação. Ela é também elaboração, tentativa, repetição, corte, criação. E que escutar alguém é aceitar entrar nesse território instável onde a vida ainda está se escrevendo enquanto é dita.

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Propósito

Acordar não para trabalhar e sim para manifestar seu propósito. Este é o objetivo da vida, saber quem você é e a partir daí expressar seu eu verdadeiro, compartilhando seus dons sem esforço e sofrimento e sim com alegria e amor. Não é o lugar que determina isso e sim a sua consciência.

Aqui, cuidado emocional e inovação caminham juntos.

Ofereço conteúdo psicológico por meio de textos que tocam o cotidiano, com responsabilidade e sensibilidade. Trago a minha vivência no mundo corporativo de tecnologia atravessada pela psicologia: escrevo sobre luto, ansiedade, carreira, relacionamentos, inteligência artificial, metaverso: sempre com escuta e presença.

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Compartilhamos a mesma casa e a mesma educação, crescemos juntos, vivemos juntos e ninguém nos conhece melhor do que nós mesmos, por isso, quero que saiba que te amo de todo coração, e que, se precisar de algo, estarei bem aqui para te ajudar, para te dar minha força.
Admiro você, sua família, sua empresa ... sua alma, sua jornada nessa vida!!!!
Você sabe que pode sempre contar e confiar em mim. Estamos unidos para o que der e vier, somos cúmplices, não importa o que aconteça.
Quero lhe desejar tudo de bom neste dia, você merece o melhor! Obrigada pela sua amizade, você é a minha certeza e torço bastante por você. Que estejamos cada vez mais unidos.
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