Andréa Ruas Martins - Psicóloga/Psicanalista - CRP 06/231415 - Clínica PsiTech - Psicologia e Tecnologia - Bairro Campo Belo - Cidade São Paulo/SP - Site oficial: clinicapsitech.com.br

Introdução

Você dá conta de tudo? Pelo menos é isso que parece. O trabalho anda, as responsabilidades são cumpridas, a rotina segue. Mas existe um cansaço que não passa. Uma sensação de estar sempre em falta, como se nada fosse suficiente. A mente não desliga. O descanso não chega. E, mesmo quando tudo está “sob controle”, algo insiste. Muitas vezes, não é falta de organização, nem de disciplina. É outra coisa, mais silenciosa, mais difícil de nomear. Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta para isso. Para o que não se resolve com produtividade, planejamento ou autocobrança. Não se trata de dar respostas prontas, mas de possibilitar que você escute algo do seu próprio desejo, para além das exigências que te atravessam. Atendo pessoas que vivem sob pressão constante, com dificuldade de se desligar do trabalho, lidando com ansiedade, excesso de autoexigência e uma sensação persistente de insuficiência. Se algo disso te toca, você pode me escrever. Podemos começar por uma conversa.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Você Autorizou o Outro a Não Te Dar Nada

Em nossas relações, conscientes ou não, criamos contratos invisíveis. Eles não são escritos, nem assinados, mas se manifestam em cada gesto, palavra ou silêncio. E, muitas vezes, sem perceber, autorizamos o outro a nos dar nada. Parece contraditório, até doloroso admitir, mas é uma verdade que carregamos em pequenas concessões que vão se acumulando como grãos de areia até formarem desertos.

Quando aceitamos migalhas em vez de cuidado, quando nos adaptamos a ausências que nos ferem, quando justificamos o que não pode ser justificado, estamos, de certa forma, dizendo ao outro: "Está tudo bem assim. Eu aceito." Mas será que realmente aceitamos? Ou estamos apenas calando o grito interno que pede mais, tentando evitar o confronto com a falta que nos atravessa?

Essa autorização não nasce do desejo de menos, mas do medo de perder até mesmo aquilo que já é tão pouco. Por isso, nos acomodamos em trocas desiguais, sustentamos relações que drenam mais do que nutrem e nos silenciamos diante de expectativas frustradas. O paradoxo é que, ao permitir que o outro não nos dê nada, também nos retiramos da relação. Permitimos que a ausência dele encontre eco na nossa própria ausência de nós mesmos.

Mas e se, em vez de autorizarmos o vazio, autorizássemos a abundância? Isso exige coragem, claro. Coragem de colocar limites, de pedir o que nos falta, de reconhecer que merecemos mais. Não se trata de exigir o impossível do outro, mas de entender que toda relação é um espaço compartilhado, e que esse espaço precisa ser preenchido por ambos.

Se você autorizou o outro a não te dar nada, pode ser hora de revogar essa permissão. Não como uma punição ao outro, mas como um ato de amor por si mesmo. Porque merecer algo mais começa em reconhecer o que estamos dispostos a aceitar. E, no momento em que você se autoriza a querer mais, a exigir reciprocidade, algo dentro de você começa a mudar. Você deixa de ser uma superfície vazia onde o outro apenas reflete sua ausência e se torna uma presença, inteira e suficiente, que pede para ser vista, ouvida e respeitada.

O primeiro passo é sempre difícil. Rever contratos invisíveis é um processo doloroso, mas libertador. Porque, no fim das contas, não é sobre o que o outro pode ou não te dar. É sobre o que você decide não aceitar mais. É sobre permitir-se ser preenchido apenas por aquilo que faz sentido, que cuida e que constrói.

Eu Não Sou Essa Dor

Há momentos em que a dor parece tomar conta de tudo. Ela grita, domina os pensamentos e corrói as certezas. Parece impossível olhar para ela sem se identificar completamente, como se fôssemos feitos só disso: feridas abertas, memórias difíceis, marcas de perdas ou desamores. Mas há uma verdade libertadora: nós não somos a nossa dor.

Olhar para nossas feridas não significa deixá-las comandar. Não significa negá-las ou fingir que elas não existem. Pelo contrário: significa reconhecê-las, dar-lhes um lugar dentro de nós, mas não o controle. É saber que elas fazem parte da nossa história, mas não definem quem somos.

Dizer "eu não sou essa dor" é um ato de resistência. É ter coragem de olhar para o sofrimento e dizer: "Eu vejo você, eu escuto você, mas você não é tudo o que eu sou. Você não será o único capítulo da minha história." É nesse enfrentamento que começa a reconstrução de significados.

Dialogar com a dor, em vez de fugir dela, é um ato transformador. É compreender que o que nos machuca carrega mensagens, lições e até mesmo possibilidades de crescimento. Não se trata de romantizar o sofrimento, mas de perceber que ele pode ser um catalisador para novas narrativas, mais justas e mais livres.

A dor não precisa ser silenciada, mas pode ser simbolizada. Quando construímos discursos simbólicos para enfrentá-la – seja através de palavras, arte, terapia, ou simples reflexões internas – começamos a dar um sentido àquilo que parecia insuportável. Criamos uma narrativa que não ignora a dor, mas que também não se rende a ela.

Reconstruir significados é um processo. É perceber que, embora tenhamos sido feridos, não somos só as nossas cicatrizes. Somos as escolhas que fazemos a partir delas, as pontes que construímos para atravessar os abismos. Somos, acima de tudo, a nossa capacidade de continuar, mesmo quando tudo parece perdido.

Quando dizemos “eu não sou essa dor”, afirmamos que somos mais do que aquilo que nos feriu. Somos mais do que os erros, as ausências, as quedas. Somos inteiros, mesmo com partes que ainda doem. Dialogar com a dor é o primeiro passo para transformar sofrimento em sabedoria, marcas em memórias que não nos aprisionam, mas nos moldam para o que está por vir.

Essa reconstrução não apaga o que foi vivido, mas nos permite sermos mais justos conosco. Olhar para a dor, enfrentá-la, e então seguir em frente – não como quem foge, mas como quem aprende a caminhar com mais leveza, sabendo que a dor nunca será maior do que a força de continuar.

Pensando a angústia

Entendendo a angustia como um exercício constante.

Conviver com o que não pode ser colocado em palavras.

Lidando com  o senso de injustiça, com a forma como a sociedade está organizada.

Com o que é valorizado hoje em detrimento do que realmente tem valor ou deveria ter.

Sabendo que esse resto que angustia é impossível de ser nominado, que nos acompanha sempre, que dá uma sensação de falta constante.

Aliado à sensação de fracasso mediante a escolha feita.

Tudo bem embasado em uma história de idas e vindas, cheia de furos, de buracos, de quem deveria ter cuidado e não o fez.

Essa confirmação de que é com você mesma, de que é você quem tem que seguir adiante e cuidar de você mesma.

Uma sensação de que tudo que se está fazendo é ainda muito pouco.

De não saber mais para onde olhar, o que acreditar e para onde ir.

Sua sanidade mental  que está muito próxima de se perder e você fica o tempo todo contingenciando para não ultrapassar o limite e a faixa de segurança.

Porque, no fundo, você sabe que após ultrapassá-la, não tem mais volta.

Você tem uma energia básica para realizar as coisas óbvias do dia a dia, mas você sente que seu estoque de energia é bem baixo, muito aquém do que sempre foi. Aí você busca economizar de alguma forma, porque sabe que está rodando na reserva faz um bom tempo.

Além de tudo, há um olhar sem esperança para o todo, uma falta de brilho na vida, nessa vida.

Parece que tudo não tem muita razão de ser e não tem muita utilidade.

Você se vê bem só, isolada, você se acha muito diferente de todos, você pensa exatamente o oposto da maioria. O que encanta a todos, não te chama mais nenhuma atenção.

O único que você fica tentando encontrar é algum lugar para estar, mesmo que mínimo, para se sentir pertencente a algo. 

Mas é sempre essa sensação de incompletude e aqui estamos de volta para a angústia.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Angústia

Para Lacan, a angústia é um afeto central em sua teoria psicanalítica, com uma posição bastante específica: a angústia não engana. Enquanto outros afetos podem ser ilusórios ou distorcidos pelas defesas psíquicas, a angústia é um sinal puro, um indicador de algo real no sujeito. Ela é inseparável da relação do sujeito com o desejo e com o que Lacan chama de "o Real" – o que está além do simbólico e do imaginário, aquilo que não pode ser plenamente representado ou simbolizado.

A angústia como relacionada à falta e ao desejo: Para Lacan, a angústia surge quando o sujeito confronta algo que ameaça a estrutura da falta que organiza o desejo. Em vez de haver uma "falta" que possibilita o desejo (como "falta do objeto amado"), a angústia aparece diante de algo que ocupa ou preenche essa falta de maneira perturbadora.

A relação com o "objeto a": A angústia está intimamente ligada ao conceito de objeto a, o objeto causa do desejo. Esse "objeto" é algo que está perdido ou inalcançável, mas que orienta o desejo do sujeito. Quando o sujeito se depara com o objeto a em sua dimensão real, em vez de mantê-lo como uma ausência simbólica, surge a angústia. Isso significa que a angústia aparece quando o sujeito é confrontado com algo que o aproxima de um núcleo do desejo ou do gozo que é excessivo.

A angústia não tem um objeto claro: Embora Lacan afirme que "a angústia não é sem objeto", esse objeto é sempre parcial e relacionado ao objeto a, ou seja, algo que não pode ser claramente identificado ou plenamente conhecido. Isso diferencia a angústia do medo, que tem um objeto claro e específico.

A angústia como sinal do Real: Lacan insere a angústia no registro do Real, que é aquilo que escapa à simbolização e não pode ser integrado plenamente no campo do discurso ou da linguagem. Assim, a angústia é uma espécie de confronto com o Real, um momento em que a estrutura simbólica falha em organizar a experiência.

Angústia e a relação com o Outro: Lacan também relaciona a angústia ao desejo do Outro: o que o Outro quer de mim? Qual é o lugar que ocupo no desejo do Outro? Essas questões geram angústia porque lidam com algo que é incognoscível e muitas vezes invasivo.

Diferença entre angústia e outros afetos: A angústia não é simplesmente um estado emocional desconfortável, como tristeza ou medo. Para Lacan, ela é mais fundamental e relacionada à estrutura do sujeito. O medo, por exemplo, tem um objeto claro que pode ser nomeado ou identificado; já a angústia é um afeto ligado à incerteza e à incapacidade de simbolizar plenamente a experiência.

Na prática psicanalítica, a angústia é vista como um ponto crucial. Para Lacan, ela pode ser uma espécie de bússola clínica, indicando onde estão os impasses do desejo e os pontos em que o sujeito se aproxima do Real. Além disso, é muitas vezes um indicador de transformação e mudança, já que confronta o sujeito com o que é mais essencial.

domingo, 5 de janeiro de 2025

O Passe em Psicanálise

A Transmissão como Testemunha de Um Saber e de Uma Passagem.

O passe, em sua essência, é um momento singular no percurso analítico. Ele se apresenta como uma travessia que não diz respeito apenas ao fim de uma análise, mas a um movimento de elaboração e transmissão de um saber que surge a partir da experiência vivida na relação com o inconsciente. Trata-se de ser testemunha de si mesmo, do processo que nos atravessou, e de reconhecer um "saber" que se desvela sobre aquilo que foi, ao longo do tempo, a marca de uma travessia transformadora.

No passe, o analista em formação — o analisante que se propõe a esse testemunho — não é apenas aquele que conta uma história ou relata um percurso. Ele é, sobretudo, aquele que se coloca diante de um outro, no ato de transmitir um saber que emergiu da sua própria análise. Saber esse que não é acumulativo, como uma coleção de teorias, mas que toca o núcleo daquilo que foi atravessado: o seu desejo, a sua falta, as suas ficções, as renúncias e as reinvenções necessárias para que algo pudesse, enfim, passar.

Esse "saber sobre sua passagem" é profundamente íntimo, mas ao mesmo tempo universal. Ele carrega as marcas singulares de uma história subjetiva, mas se faz transmissível a partir de um ponto em que o singular encontra o coletivo: o sujeito não apenas passou, mas pôde dar forma ao que passou. Mais do que palavras, é um testemunho que se constitui em ato, colocando em jogo algo que não pode ser dito por completo, mas que pode ser articulado na linguagem do desejo.

A testemunha no passe não é, portanto, um narrador neutro. Ela é parte ativa do processo, pois o que está em questão não é apenas o que aconteceu no percurso da análise, mas como isso se articula ao desejo de analista. O passe, nesse sentido, é também um ato ético: o compromisso com o próprio desejo, com o saber que advém dessa experiência, e com o desejo de transmitir algo que possa reverberar em outros. Não é um fim no sentido clássico, mas uma abertura para um novo posicionamento diante do desejo e da transferência.

Há algo de profundamente humano no passe. Ele nos lembra que a análise é, em última instância, um trabalho de atravessamento — de passagem. Um processo em que não apenas se nomeia o que faltava, mas em que se aprende a conviver com a falta, a fazer dela um motor de criação, em vez de um entrave paralisante. Saber sobre a própria passagem é reconhecer a marca do que mudou, do que não se repetirá mais da mesma maneira, e do que, por isso mesmo, pode ser transmitido.

No passe, o analisante se torna autor e testemunha do próprio processo. Não se trata apenas de dizer "eu passei", mas de dar testemunho de um saber que agora pode ser compartilhado. É o ponto em que a travessia pessoal se abre para o coletivo, onde a singularidade do desejo encontra sua dimensão transmissível. O saber sobre sua passagem não é uma conclusão, mas uma abertura para aquilo que, ao se transmitir, continua a transformar.

Dignidade tem preço

A dignidade, muitas vezes considerada um valor inegociável, é, paradoxalmente, uma das qualidades humanas que frequentemente nos exige escolhas difíceis e, por vezes, um preço a ser pago. A ideia de que a dignidade é algo absoluto e imune a qualquer troca é desafiada pela realidade de que, muitas vezes, a preservação dessa dignidade implica em custos emocionais, sociais e até materiais.

O preço da dignidade não é necessariamente financeiro, mas pode se manifestar em várias formas. Pode ser a renúncia a oportunidades que comprometem nossos princípios, a necessidade de tomar decisões que nos afastam de caminhos aparentemente mais fáceis, ou até o confronto com a pressão externa para sucumbir a uma realidade que não condiz com quem somos ou com o que acreditamos.

Em um mundo onde o pragmatismo e a busca por sucesso material muitas vezes sobrepõem-se aos valores mais íntimos, a dignidade se torna algo que exige resistência. Manter-se fiel a si mesmo, agir de acordo com a própria ética e valores, pode significar enfrentar o desconforto de ser marginalizado, incompreendido ou até mesmo excluído. O preço da dignidade pode ser o isolamento, a luta constante contra as expectativas externas ou a necessidade de abrir mão de status e prestígio em favor de algo mais profundo e essencial.

No entanto, o preço da dignidade não deve ser visto como uma perda. Ao contrário, muitas vezes é nesse pagamento que encontramos nossa verdadeira força e identidade. Abandonar princípios ou ceder à pressão para garantir benefícios imediatos pode, em muitos casos, ser a verdadeira perda. O que estamos dispostos a pagar por nossa dignidade é, muitas vezes, o que nos garante um senso de integridade que se mantém firme ao longo do tempo.

A dignidade é uma escolha. Ela envolve saber quem somos e até onde podemos ir sem comprometer a nossa essência. E, embora o preço possa ser alto, a sensação de ter preservado a própria humanidade, de ter ficado de pé diante das adversidades, é uma recompensa que, muitas vezes, vale mais do que qualquer ganho material. A dignidade, assim, se revela como uma moeda de troca — e, paradoxalmente, a única que realmente não tem preço.

Sobre exigente

A observação parece refletir a ideia de que as expectativas ou exigências que você tem sobre si mesmo, especialmente relacionadas à sua infância e à sua história de solidão, são excessivas ou muito difíceis de atender. Quando se fala que algo é "muito sobre exigente", no contexto de suas emoções e experiências, isso pode indicar que você está cobrando de si um nível de perfeição ou de resolução que, muitas vezes, é impossível de alcançar, o que pode gerar sofrimento e frustração.

A "solidão" mencionada pode ter sido uma experiência marcante na sua infância, e a sobrecarga emocional proveniente disso pode ter levado você a desenvolver expectativas muito altas em relação a como deveria ser seu comportamento, suas relações e até o seu próprio processo de cura. Em outras palavras, você pode ter internalizado que deveria sempre lidar com essas questões sozinho ou de forma muito autossuficiente, sem poder se permitir depender dos outros ou mesmo reconhecer que há limites para o que se pode fazer em relação ao passado e suas emoções.

Esse tipo de "sobre exigência" pode ser visto como uma forma de defesa, uma maneira de tentar controlar ou superar as dificuldades passadas, mas acaba, paradoxalmente, impedindo que você se liberte de uma carga emocional muito pesada. Reconhecer essa sobrecarga, com o auxílio da terapia, é um primeiro passo para aprender a se permitir vivenciar suas emoções de forma mais gentil e realista, sem a necessidade de ser perfeito ou de enfrentar tudo sozinho.

Propósito

Acordar não para trabalhar e sim para manifestar seu propósito. Este é o objetivo da vida, saber quem você é e a partir daí expressar seu eu verdadeiro, compartilhando seus dons sem esforço e sofrimento e sim com alegria e amor. Não é o lugar que determina isso e sim a sua consciência.

Aqui, cuidado emocional e inovação caminham juntos.

Ofereço conteúdo psicológico por meio de textos que tocam o cotidiano, com responsabilidade e sensibilidade. Trago a minha vivência no mundo corporativo de tecnologia atravessada pela psicologia: escrevo sobre luto, ansiedade, carreira, relacionamentos, inteligência artificial, metaverso: sempre com escuta e presença.

Postagem em Destaque

Você passou de fase! Parabéns! 💔 Bem vindo ao Próximo Nível.

Olá Querida , ouvi sua mensagem. Na verdade, ouvi sua mensagem algumas vezes, até estar aqui e responder. Sua mensagem é bonita, é carinhosa...

Um presente

Você é mais do que um irmão, é um amigo, um presente e me acompanha nos momentos alegres e nas aflições. Me dá sempre os melhores conselhos.
Compartilhamos a paixão pelo futebol.💙 Irmã de menino é assim mesmo, junto com as bonecas, a gente vira goleiro, aprende a lavar carros, instalar chuveiro, chef de cozinha. Rs. Trocamos afilhados. E as muitas viagens, nem se fala, as que deram certo e as “roubadas” que nos metemos.
Compartilhamos a mesma casa e a mesma educação, crescemos juntos, vivemos juntos e ninguém nos conhece melhor do que nós mesmos, por isso, quero que saiba que te amo de todo coração, e que, se precisar de algo, estarei bem aqui para te ajudar, para te dar minha força.
Admiro você, sua família, sua empresa ... sua alma, sua jornada nessa vida!!!!
Você sabe que pode sempre contar e confiar em mim. Estamos unidos para o que der e vier, somos cúmplices, não importa o que aconteça.
Quero lhe desejar tudo de bom neste dia, você merece o melhor! Obrigada pela sua amizade, você é a minha certeza e torço bastante por você. Que estejamos cada vez mais unidos.
Seja muito Feliz! Te admiro muito. Tenha um Feliz Aniversário! 🎁

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